Presença da morte

16 de ago de 2010













Retratos, teias de aranha.
Poeira, frestas diáfanas,
portas semi-abertas
( ou semi-fechadas)?
Nos retratos, olhos que olham pro nada.
Cheiro de flores, sem flores.
Sombras imóveis
silêncio
e no meio da sala
eu

1 comentário(s):

Ariane Rodrigues disse...

o que seria da poesia sem a solidão...e vice-versa...